domingo, 20 de novembro de 2011

transando com meu primo e com meu tio

Transando com meu primo e com meu tio

Meu tio Leo, irmão de minha mãe, sempre foi considerado o homem mais bonito da família. Moreno, alto e elegante, fazia musculação, não perdendo oportunidade de mostrar seus músculos; vivia sem camisa e de short, quando estava fora de casa, ou de cueca, quando em casa.
Alguns primos e meu irmão achavam que, embora fosse do tipo machão, devia gostar também de homens, pois, quando saiam de carro, ele sempre fazia comentários sobre garotos bonitos que passavam nas ruas.
Quando estava com 15 anos, eu fui passar férias na fazendo do tio Leo. Ao contrário de outras vezes, em que havia muita gente, dessa vez só ficaram hospedados eu, meu tio e meu primo, filho da minha idade.
Nadávamos, pescávamos, andávamos de cavalo, comíamos frutas no pomar e descasávamos muito. Certo dia, ajudamos os funcionários da fazenda a colher goiabas para venda. Ao final da tarde, estávamos sujos e cansados. Ao voltarmos para casa, meu tio mandou que eu e meu primo fôssemos tomar banho juntos para ganhar tempo, pois ele também queria tomar banho.
Entramos no banheiro, tiramos nossa roupa e fomos juntos pro chuveiro. Ali ficamos conversando e brincando de molhar um ao outro, de empurrar e outras coisas inocentes. Esquecendo que devíamos ser rápidos, demoramos muito. Meu tio acabou entrando no banheiro para nos apressar e seu filho, brincando, dirigiu o chuveirinho para o pai e o molhou com roupa e tudo. Ele entrou na brincadeira e veio na nossa direção e nos agarrou, prendendo nossas mãos entre seus músculos do braço, como gostava de fazer. Por mais força que fizéssemos, não conseguíamos nos soltar. Quando ele nos soltou, já todo molhado, pegou o chuveirinho e apontou pra cara do meu primo, que a tapava com a mão, rindo e me pedindo ajuda. Para desviar sua atenção, segurei a calça do meu tio, que tinha elástico na cintura, e a puxei para baixo. Funcionou. Ele deixou meu primo de lado e se virou para mim. Rimos muito os 3 com meu tio molhado e com a calça arriada. “Sem vergonha!”, brincou ele, falando comigo. Rapidamente arrancou toda a roupa, mostrando seu corpo perfeito e bronzeado. “Agora você me paga!”, disse ele brincando, fazendo uma voz gutural e apontando suas mãos para mim num gesto de quem fosse me estrangular. Rindo eu gritei e me abaixei pedindo socorro ao meu primo. Meu primo pulou nas costas do pai e ele me agarrou e prendeu minha cabeça entre suas pernas. Ficamos nessa posição rindo, eu pedindo socorro e meu primo gritando para seu pai me soltar. Sem ver o que estava tocando, levantei minhas mãos e acabei segurando o pau do meu tio, que, assim como os nossos, estava mole. “Safado”, disse ele, “solta meu pau”. “Só se o senhor me soltar”, respondi eu. “De jeito nenhum”, ele retrucou, “agora você é meu prisioneiro. Continuei com a cabeça presa entre suas pernas e com seu pau em minhas mãos. De repente, senti que seu pau começou a crescer e endurecer em minhas mãos. Mesmo assim não o soltei. Meu tio é que largou minha cabeça e, meio sem graça, disse: “Xi, agora meu pau ficou duro”. Meu primo saiu das costas do pai e veio pro meu lado. Eu e meu primo ficamos olhando admirados o tamanho da rola do meu tio, enorme e dura. Além de lindo, era bem dotado. “Culpa sua, seu sacana”, disse meu tio, olhando pra mim. “Ficou segurando meu pau e ele ficou assim. Agora devia fazer ele amolecer de novo”. Eu e meu primo ainda estávamos mudos e admirados, não desviando o olhar do meu tio. “Ei!”, disse ele, “o que é?! Parece que nunca viram um pau duro antes! Estão assustados ou estão gostando?” Eu acabei falando: “Nunca tinha visto um desse tamanho!”. Meu primo olhou pro próprio pau e disse: “Será que o meu vai ficar desse tamanho também?” “Quem sabe?!, falou meu tio. “Afinal, filho de peixe, peixinho é... e sobrinho também...”, terminou ele rindo. Enquanto falava conosco, meu tio foi mexendo no pau, que continuava duro. Por fim falou: “Por que vocês não deixam o de vocês duros para nós compararmos?” Meu primo e eu nos olhamos, sem saber o que fazer. “Querem ajuda?”, falou meu tio, e na mesma hora se ajoelhou na nossa frente, pegou em nossos paus e começou a nos punhetar. Imediatamente nossos 2 paus virgens ficaram duros. “Humm! Para a idade de vocês estão bem grandes... acho que vocês puxaram o papai aqui...”
Agora que os 3 estavam de paus duros, meu tio sentou-se no chão do banheiro, encostou-se na parede e começou a se masturbar. Em pé, olhando-o movimentar sua mão ao longo de seu enorme caralho, nós 2 começamos a nos punhetar também. Mais uma vez meu tio, olhando pra mim, disse: “Safado, culpa sua do meu pau ficar duro assim. Agora você vai ter que fazer ele amolecer”. “E como eu faço isso, tio?”, perguntei. “Tem que fazer ele gozar”, respondeu. A situação estava cada vez mais erótica. A tensão e o tesão estavam no ar. As vozes saíam meio arfadas. Mais uma vez perguntei: “Como?”. Ele respondeu: “Você que sabe. Pode me bater uma punheta, me chupar ou me dar seu cuzinho. Já deu seu cuzinho antes?” Continuando a me punhetar, apenas balancei negativamente minha cabeça. “Nem pro meu filho? Ele nunca te comeu?” Eu e meu primo respondemos juntos que não. “Então escolhe. Como que amolecer meu pau?” Sem dizer nada, ajoelhei-me à sua frente, peguei sua rola duríssima e melada entre minhas mãos e comecei a masturbá-lo.
Meu primo dirigiu-se para o lado do pai para ver melhor a cena, se masturbando feito louco. Depois de um tempo masturbando meu tio, ele segurou minha cabeça e a foi puxando em direção à sua rola. Minha cara foi ficando cada vez mais perto do pau do meu tio e, por fim, ele o esfregou na minha cara, lambuzando-a. Uma vontade doida de engolir aquela vara me invadiu e eu não resisti. Comecei a chupar aquele caralho enorme e adorei... Que tesão me invadiu! Nunca imaginei que chupar uma rolona como aquela fosse tão bom! Com o canto dos olhos pude ver meu primo alucinado se masturbando, vendo-me chupar seu pai. De repente, meu tio virou-se para o filho e pegou em seu pau. Meu primo, cheio de tesão, aproximou-se mais do pai, deixando-se tocar. E foi ficando cada vez mais próximo, até que seu pau ficou ao lado da face do pai. Meu tio abriu a boca e começou a chupar o próprio filho. Na mesma hora senti jatos de porra quente invadir minha boca. Sem saber o que fazer, deixei tudo escorrer para fora da minha boca, lambuzando todo o pau do meu tio, que gemia alto de prazer. Nisso, meu primo também começa a gemer. Olho pra cima e vejo-o esporrando jatos fortes e intensos de porra na cara e na boca do pai. Não resisti a tanto tesão e acabei gozando, sem mesmo tocar em meu pau.
Extenuados, ficamos parados ali mesmo, no chão do banheiro. Meu tio encostado á parede, seu filho sentado ao seu lado, com a cabeça em seu peito e eu deitado apoiado em suas pernas. Nossas respirações, aos poucos, foi voltando ao normal. Meu tio quebrou o silêncio dizendo: “Meu pau continua duro e, pelo visto, o de vocês também”. Era verdade. Apesar de havermos gozado muito, o tesão ainda fazia nossos paus permanecerem duros.
Da posição em que estava, apenas virei um pouco a cabeça e pude chupar delicadamente a rola do meu tio. Meu primo deitou-se ao meu lado e também começou a chupar seu pai, e a lamber o corpo de seu pau e as bolas. Aos poucos meu tio começou a levantar as pernas e, à nossa frente, estava uma bunda enorme, dura e linda, com o cuzinho apontando para nós, como a pedir para ser fodido. Meu primo enfiou a língua no cu do pai e eu fiquei brincando com meu dedo no seu buraquinho.
Meu tio gemia com o meu toque e a lambida do filho. Meu primo levantou-se e posicionou-se com seu pau na entrada do cu do pai e foi enfiando devagar. Entrou fácil, sem grande esforço, de tanto que estava melado. Enquanto meu primo punha e tirava o pau do cu do pai, eu enfiei a minha rola na boca do titio e deixei ele chupando gostosamente.
Estávamos já a algum tempo nessa posição, quando meu primo gemeu e socou o caralho no cu do pai com toda a força e gozou. Tirei o pau da boca do meu tio e fui para o seu cu. Já todo abertinho e lubrificado pela porra do filho, o cu do titio não teve qualquer resistência para receber a minha rola. Entrou tudo de uma vez. Que sensação deliciosa de socar o pau naquele cuzão delicioso, naquela bunda musculosa e linda. Não demorei muito para gozar. Assim que o fiz, meu tio levantou-se, pegou no próprio pau e bateu uma punheta gostosa até gozar em cima de mim e do meu primo.
Cansados, nos lavamos, deitamos na cama e adormecemos abraçados.

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